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Matéria do Jornal Leia-se compara “Café Caramello com a Starbucks”

03/12/2014

Matéria de Economia do Jornal Leia-se comparou a Café Caramello com a StarBucks, maior rede de café dos EUA. Confira o link da matéria http://leiase.com.br/estado-mostra-melhora-economica-e-empresarios-ousam/
Reproduzimos abaixo a matéria produzida e publicada pela jornalista Andressa Mian.

Estado mostra melhora econômica e empresários ousam

POR ANDRESSA MIAN/ AMIAN@LEIASE.COM.BR

Dados do Instituto Jones Santos Neves (IJSN) revelam que a economia capixaba apresentou um crescimento estimado de 3,7% para o terceiro trimestre quando comparado ao período anterior. Os dados são referentes a uma estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, que é a soma das riquezas geradas pelo conjunto dos diversos setores da economia capixaba.

Para o economista e professor universitário, Antônio Marcos Machado, apesar de ter ficado abaixo do esperado, o crescimento da economia, que segundo ele deve fechar o ano em torno dos 2,8%, não representa um resultado ruim para o Estado.

“Não acho que o ano foi ruim. Tivemos eventos importantes como a Copa do Mundo e Eleições, que normalmente aquecem a economia. No entanto, por causa das desonerações feitas pelo Governo Federal, houve uma diminuição da receita do Estado, que ainda é o principal motor da economia do Espírito Santo. Então, com uma menor arrecadação, o governo promoveu investimentos menores, e com isso a economia perdeu. Mas analisando num cenário nacional, nosso crescimento não foi dos piores”, afirmou.

Com o resultado apurado no trimestre em análise, o PIB capixaba alcança um crescimento de 3,5% acumulado no ano e de 2,8% nos últimos doze meses (de outubro de 2013 a setembro de 2014), sinalizando para uma trajetória de retomada de crescimento da economia estadual, após um desempenho negativo (-1,0%) registrado em 2013.

Empresas aproveitam

Dentro desse contexto positivo de crescimento, as empresas capixabas pegam o filão desenvolvimento. A Café Caramelo, por exemplo, que criou o primeiro café em creme do país, foi uma das que mais se destacou no mercado. Este mês a firma completa dois anos de vida e, para comemorar o aniversário e aproveitar a proximidade do Natal, lançou edição especial com seis sabores; menta, raspas de chocolate, erva doce, baunilha, amarula e açúcar mascavo.

Café Caramelo lança edição especial e fecha o ano com chave de ouro.

“Essa edição foi desenvolvida por causa da demanda dos clientes, que queriam experimentar outros sabores do café. No total estão sendo disponibilizados 1,5 mil kits, que podem ser comprados com nossos revendedores ou encomendados na Internet através do site e da Fan Page. Todos os sabores foram testados e aprovados em uma pesquisa de mercado e a nossa próxima meta é desenvolver a versão diet do produto”, contou a empresária Cristina Pascoli Tongo, proprietária da marca.

Para Crsitina, o ano de 2014 foi excelente com a produção passando de dois mil potes no início do ano, para 6,8 mil por mês até o fechamento de novembro. A fábrica, localizada na Serra, tem capacidade para chegar a produção de 10 mil potes por mês.

O segredo do sucesso, segundo análise de Machado, está na chamada economia criativa, que costuma se destacar nos momentos de crise.

“Foi o que aconteceu na economia norte-americana da última década, após a crise dos atentados as Torres Gêmeas, quando surgiram as empresas startups. Podemos constatar que as famosas redes sociais Instagram , Twiter e Facebook  surgiram naquela época e estão inseridas nesse contexto de economia criativa em que empresários se destacam por terem uma visão diferenciada e conseguem enxergar oportunidades nos momentos de crise. Nesse momento, um empreendedor consegue criar um novo produto ou serviço, ou ainda mudar o mesmo produto que já é ofertado. Isso pode ser em sabor, em nicho de mercado que ainda não estava sendo ocupado e, especialmente, na criatividade de como fazer o produto chegar até as pessoas”, avaliou.

Para o economista, a empresária Cristina transformou um produto existente em algo diferenciado. “É o mesmo princípio usado pelo dono da cafeteria norte-americana Star Bucks. O café americano era visto como um produto aguado e ruim, e o empresário conseguiu fazer uma revolução com a bebida, oferecendo além de um bom produto, um ponto de convívio para que as pessoas pudessem tomar café, interagir ou ler um livro. Então ele teve essa visão que alguns têm em momentos de crise, e ainda usou um produto que não pesava muito no orçamento das famílias, o café”, analisou.

Bem-vindos!

Conheça a empreendedora por trás do Café Caramello.

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